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Metroid II: Return of Samus
Metroid II Return of Samus
Capa do jogo para Game Boy.

Desenvolvedora

Nintendo RD&1

Publicadora(s)

Nintendo

Plataforma(s)

Game Boy (relançado para o Virtual Console do Nintendo 3DS)

Série

Metroid

Data(s) de lançamento

Original: 26 de agosto de 1991
Virtual Console:
24 de novembro de 2011

Gênero(s)

Plataforma/ação

Metroid II: Return of Samus é o segundo jogo da série Metroid, lançado pela Nintendo em 1991 para o Game Boy. No jogo, que se passa algum tempo depois do original, Samus Aran é chamada para exterminar os Metroids em seu planeta natal, SR-388. O jogo, por ser de Game Boy (a versão original não suportava outras cores), é em preto e branco e Samus Aran tem que combater sapos e chaves voadoras. O jogo foi relançado para o Virtual Console do Nintendo 3DS em 2011.

Dois anos antes do lançamento de Metroid, o primeiro jogo em cartucho de 128K chegou às lojas, colocando efetivamente o último prego no caixão do Famicon Disk System. Samus recebeu um port para o cartucho um ano inteiro mais tarde, tornando-se vendedora de mais de um milhão de unidades no primo norte-americano do Famicom, o Nintendo Entertainment System. Mas os danos já tinham sido feitos. Metroid nunca teve a esperança de se igualar ao número de vendas de Mario ou Zelda, nem mesmo de chegar perto. O Olimpo estava fora de alcance.

Este fato tornar-se-ia um assunto recorrente. Samus Aran era a mais nova dos três, e a mais provável de ser deixada para trás. A R&D1 seguiu adiante com outros projetos.

A estrela entre eles era a nova criação de Gunpei Yokoi: o Game Boy. O Sistema portátil da Nintendo dominou o mercado, superando as vendas até mesmo do NES. Após dois anos no ciclo de vida do portátil, Yokoi estava em uma ótima posição para criar uma seqüência para Metroid… um jogo próprio da R&D1 na plataforma própria da R&D1. Kanoh e Kiyotake voltaram (este estava agora co-dirigindo com Hiroyuki Kimura) e Metroid II: O Retorno de Samus chegou à América em 1991.

Se Metroid devia muito a “Alien”, “Metroid II era definitivamente uma referência a “Aliens”. A freqüentemente atormentada Federação Galáctica não admitia mais assumir riscos, contratando Samus para ser a responsável pelo genocídio dos Metroids em sua terra natal, o planeta SR-388. O avanço era baseado exclusivamente em coletar novas peles de Metroid, uma abordagem mais linear que afastou alguns fãs. Samus, no entanto, não desapontou. Ela chegou à festa em uma moderna nave de guerra, carregada com novos brinquedos para aumentar seu antigo arsenal de mísseis, bombas e raios de ondas e gelo. Spazers (NT: o tipo de raio atirado por Samus) de três lâminas e raios de plasmas que penetravam paredes fizeram sua primeira aparição, e a Morph Ball ficou mais legal ainda com a adição da nova habilidade de escalar paredes.

O Game Boy forçava mudanças. Mais notavelmente, demonstrar os  upgrades (NT: aprimoramentos) na armadura de Samus através de uma mudança de cores não funcionaria em uma tela monocromática. Ao invés disso, agora a Varia Suit vinha com enormes ombreiras que tornar-se-iam a mais marcante parte de seu visual. Módulos para salvar também foram introduzidos, substituindo os saves por passwords usados no cartucho de Metroid. Os jogadores diriam adeus a cheats (NT: códigos de trapaça) como “Narpas Sword” e “Justin Bailey”, que armavam Samus até os dentes ao mesmo tempo em que reduziriam sua armadura à roupas de banho… embora nunca, ao contrário dos sonhos dos fãs e dos rumores, à roupa em que ela veio ao mundo.

Louvado na época, hoje vemos que Metroid II sofria dos limites de sua plataforma e seu conceito linear demais. No entanto, a R&D1 colocou nas lojas uma seqüência de sucesso, adicionando elementos agora obrigatórios na série, e deu a profundidade necessária a Samus e a seu universo.

História

De qualquer forma, o planeta SR-388 exigia blindagem pesada para derrotar toda uma cadeia evolucional de Metroids, levando a Rainha Metroid réptil. Após derrotá-la, Samus só tinha mais um alvo restando… um pequeno filhote de Metroid. Em uma mudança inesperada, a criatura confiou em Samus como se fosse sua mãe e, apesar da decisão de apagar de vez toda a espécie, Samus a poupou. Havia algo de humano nela apesar de tudo.

Jogabilidade Editar

O jogo tem uma jogabilidade básica devido a quantia de  botões no Game boy, pular, agachar e atirar, além disso, Samus também vai ter upgrades assim como o original, como modificações na armadura e beams, até mesmo Morph ball, que começa o jogo já com ela.

Metroid
Jogos
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