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Metroid Prime
Metroid Prime cover
Capa do jogo para Gamecube.

Produtora

Retro Studios

Editora(s)

Nintendo

Plataforma(s)

GameCube

Série

Metroid

Conversões/ relançamentos

Wii

Data(s) de lançamento

• GameCube
17 de novembro, 2002(AN)
28 de fevereiro, 2003(JP)
21 de março, 2003(PAL)
• Wii
19 de fevereiro, 2009(JP)

Gênero(s)

Tiro em primeira pessoa
Ação-aventura

Modos de jogo

Single-player

Metroid Prime é um jogo de aventura em primeira pessoa. Produzido conjuntamente pela Nintendo e pela Retro Studios, o título marcou a entrada da série Metroid no mundo 3D e a criação de um novo gênero: aventura em primeira pessoafirst-person adventure.

Metroid Prime é o primeiro jogo de uma trilogia paralela à cronologia oficial, ocorrendo entre os eventos do Metroid original e de Metroid II: Return of Samus. Como nos jogos anteriores da série, Prime traz uma trama de ficção científica, na qual o jogador controla a caçadora de recompensas Samus Aran durante uma investigação acerca de atividades ilegais no planeta Tallon IV.

O jogo foi muito bem recebido pela crítica por seus gráficos realistas, sua trilha sonora e pela jogatina variada e inovativa. Na opinião dos jogadores, contudo, o novo estilo causou polêmica. Comercialmente, o jogo foi um sucesso, com quase 1,5 milhão de unidades vendidas na América do Norteconseguindo, assim, a marca Player's Choice. Em 2009, uma versão especial do jogo foi lançada para o Wii como parte da compilação Metroid Prime: Trilogy.

JogabilidadeEditar

Como nos jogos anteriores, Prime ocorre em um grande mundo aberto, com diversas regiões interligadas por elevadores. Cada região tem um conjunto de salas separadas por portas de cores distintar; a cor corresponde ao tipo de arma necessária para abri-las. A jogabilidade gira em torno da resolução de quebra-cabeças para a revelação de segredos, saltar plataformas e atirar em inimigos por meio de uma sistema de lock-on, o qual permite travar a mira em um determinado alvo. O jogo é o primeiro da série a usar uma visão em primeira pessoa ao invés de rolagem lateral. A exceção ocorre quando a armadura de Samus se transforma em Morph Ball, uma esfera com habilidades especiais; nesse caso, a perspectiva muda para a terceira pessoa.

A protagonista, Samus, tem de viajar pelo mundo de Tallon IV, à procura de doze Artefatos Chozos que abrem o caminho para a cratera de impacto de um meteoro carregado de Phazon. Durante a busca, a heroína adquire novos itens e habilidades, os quais permitem chegar a áreas até então inacessíveis; o Varia Suit, por exemplo, protege Samus contra temperaturas perigosamente elevadas ou baixas, permitindo-lhe penetrar em regiões vulcânicas e de muito frio. Alguns dos itens são obtidos após lutas contra chefes e mini-chefes, que são encontrados em quase todas as regiões.

O Heads-up display simula o interior do capacete de Samus, que apresenta um radar, um mapa, medidores de munição para os mísseis, a saúde, o perigo do local e a saúde dos chefes de fase, juntamente com seus nomes. A jogabilidade pode ser alterada pela troca de visores (visors), que modificam a percepção que Samus possui do ambiente. Ao todo, são quatro visores: Thermal Visor (permite diferenciar objetos e seres pela temperatura), X-Ray Visor (possibilita enxergar certos tipos de inimigos e áreas escondidas atrás de paredes), Scanner Visor (único que não pode ser usado em combate, mas permite identificar as fraquezas dos inimigos, fazer leituras do ambiente, acionar mecanismos eletrônicos e traduzir mensagens) e Combat Visor (visão normal de combate, como a olho nu).

Além disso, os jogadores devem encontrar e recolher itens que melhoram o arsenal de Samus, incluindo armas, upgrades para a armadura e itens que concedem novas habilidades. Entre elas estão a Morph Ball, que permite a Samus rolar em passagens estreitas; e o Grapple Beam, um tipo de cipó elétrico que só pode ser usado em certos pontos do jogo.

HistóriaEditar

Cronologicamente, Prime ocupa o segundo lugar no universo ficcional de Metroid. A Retro Studios escreveu uma história extensa, o que foi considerado uma das grande diferenças em relação aos jogos anteriores. No entanto, é inteiramente opcional, pois o jogador a descobre através de leituras feitas pelo Scan Visor da heroína. A trilogia Prime é definida entre Metroid e Metroid II: Return of Samus; mas fontes como a Gradiente, ex-distribuidora da Nintendo no Brasil, e a adaptação em quadrinhos presente na revista estadunidense Nintendo Power afirmam que a trama é posterior a Super Metroid, terceiro jogo da franquia. A publicidade brasileira, ainda, afirmou que o meteoro de Phazon é um pedaço do planeta Zebes, destruído após Super Metroid. No entanto, em Metroid Prime 3: Corruption foi confirmado que o meteoro era um Leviatã do planeta Phaaze.

O jogo começa na órbita de Tallon IV, quando Samus recebe um sinal de socorro do Space Pirate Frigate Orpheon, cuja tripulação foi abatida por seus próprios experimentos genéticos. Ao chegar ao núcleo da nave, a caçadora tem um luta com a Parasite Queen (Rainha Parasita), uma versão gigante dos inimigos minúsculos vistos anteriromente. Ao ser derrotada, a Rainha cai no núcleo do reator da nave, levando sua estrutura ao colapso. Enquanto Samus está fugindo da fragata condenada, uma onda elétrica destrói quase todas as funções de sua armadura. Além disso, ela reencontra Ridley — agora em uma versão cibernética chamada Meta Ridley. Na fuga, ela observa seu inimigo indo em direção ao planeta e tenta uma perseguição.

Ao pisar em terra firme, Samus chega a Tallon Overworld, uma região tomada por florestas tropicais. Em seguida, ela chega em Chozo Ruins, os restos da civilização Chozo em Tallon IV. Ela foi destruída com a queda de um meteoro, que continha a substância radiotativa Phazon e uma criatura denominada pelos Chozos como "The Worm". Samus descobre, além disso, um templo Chozo em Tallon Overworld e que ele está selando a cratera de impacto do meteoro, a qual os piratas espaciais estão tentando quebrar. O campo magnético de confinamento é alimentado por doze artefatos sagrados, que estão escondidos pelas redondezas.

Samus encontra seu caminho para Magmoor Caverns, uma série de canais subterrâneos abertos pela atividade vulcânica. Os túneis são utilizados pelos piratas como fonte de energia geotérmica e ponto de ligação geográfica com outras regiões. Fazendo uso dessa ligação, Samus chega a Phendrana Drifts, região montanhosa de muito frio e enorme valor estratégico para os piratas, uma vez que abriga importantes centros de pesquisa com Metroids.

Após a obtenção, em Phendrana, da Gravity Suit (armadura que permite livre fluxo dentro d´água), Samus explora o interior da fragata Orpheon, que caiu nas proximidades de um lago, em Tallon Overworld. Finalmente, ela se infiltra em Phazon Mines, o coração das operações piratas em Tallon IV. Nesse lugar, Samus tem difíceis lutas com formas geneticamente modificadas de Metroids e Space Pirates, todos resultados de experimentos com Phazon. Após um desses confrontos, a armadura de Samus recebe, acidentalmente, altas doses de Phazon, transformando-se no Phazon Suit. Com esse revestimento, é possível ter acesso seguro a áreas com moderada contaminação pela substância.

Durante a sua exploração por Tallon IV, Samus encontra as doze chaves do Artifact Temple necessárias para a abertura do portal. Pelas investigações que fez, Samus descobre que os Chozos, na incapacidade de destruírem o Phazon e a misteriosa criatura, isolaram os dois na esperança que alguém conseguisse. Apesar de os piratas conseguirem amostras de Phazon via mineração, os tipos mais radioativos do material se encontram nas profundezas da cratera de impacto, isolada pelo templo.</ref> Quando ela coloca a última das chaves no lugar, Meta Ridley aparece e destrói o altar. Depois da batalha, Samus descobre que os artefatos são a materialização de espíritos Chozos; por isso, mesmo com o altar destruído eles conseguem ativar o portal. Dentro de Impact Crater, Samus encontra níveis incrivelmente altos de contaminação por Phazon e Metroids extremamente fortes. No final do caminho, ela encontra a criatura responsável pela reprodução da substância radioativa, uma criatura chamada Metroid Prime. Depois de uma difícil batalha, a criatura é derrotada, mas, antes de morrer, ela suga o revestimento de Phazon da armadura de Samus — que volta a forma de Gravity Suit. Então, a criatura começa a inchar e tomar conta do local, o que força uma fuga de Samus. O templo não resiste à pressão interna na cratera e explode no processo. Para Samus, o núcleo da produção de Phazon e o risco de um eventual uso dessa energia pelos Spaces Pirates está eliminado. Uma cena, porém, que só pode ser vista quando se coletam todos os itens do jogo, mostra o centro da cratera destruída; dos restos de Metroid Prime, uma estranha criatura humanoide desperta: trata-se do próprio Metroid Prime mimetizando a morfologia da armadura de Samus — por tê-la absorvido no final do combate. Essa criatura será a antagonista dos dois episódios seguintes, Metroid Prime 2: Echoes e Metroid Prime 3: Corruption.

Mudanças em outras versõesEditar

A versão lançada na América do Norte tem algumas diferenças na história em relação as demais. A versão europeia, por exemplo, diz que:

  • Os Spaces Pirates nunca capturaram o Metroid Prime;
  • O meteoro que trouxe a sustância radioativa Phazon não chegou a Tallon IV cerca de 20 anos antes dos eventos do jogo; veio em um tempo indeterminado na trama;
  • As Histórias do The Chozo Lore mostram um relacionamento bem diferente entre Samus e os Chozos de Tallon IV.

As versões Player's Choic também tiveram algumas modificações na jogabilidade para impedir algumas trapaças que permitiam jogar a aventura fora de sequência. Alguns aspectos da dificuldade também foram aumentados.


DesenvolvimentoEditar

Após o lançamento de Super Metroid para o Super Nintendo, a série ficou ficou oito anos sem reber um título. Chegou-se a cogitar a produção de um título para o Nintendo 64 ou seu acessório 64DD, o que não se concretizou. O produtor Shigeru Miyamoto, em entrevista ao portal IGN, disse que a empresa não conseguiu trazer nenhuma ideia concreta o bastante para justificar um novo jogo, apesar de os esforços feitos durante o período do Nintendo 64.

Metroid Prime foi desenvolvido como uma colaboração entre a estadunidense Retro Studios e importantes membros dos estúdios japoneses Nintendo Entertainment Analysis and Development (Nintendo EAD) e Nintendo Research and Development 1 (R&D1). A Retro Studios foi fundada em 1998, como fruto de uma parceria entre a Nintendo e o fundador da Iguana Entertainment (depois tornada em Acclaim Studios Austin), Jeff Spangenberg. Ao estabelecer escritórios em Austin, Texas, em 1999, a Retro começou a trabalhar com quatro projetos distintos para o GameCube. Quando o produtor Shigeru Miyamoto visitou o estúdio, em 2000, desaprovou todos; mas sugeriu a produção de um novo jogo da série Metroid, após testar o protótipo de uma engine de um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela equipe local.

A equipe japonesa, que envolvia Miyamoto, Kensuke Tanabe, Kenji Miki e Yoshio Sakamoto manteve comunicação com o estúdio texano através de e-mails, teleconferências mensais e encontros pessoais. Originalmente, toda a jogabilidade estava concebida na perspectiva em terceira pessoa, mas a intervenção de Miyamoto por um novo estilo fez o desenvolvimento voltar ao zero. Entre as razões para abandonar a perspectiva tradicional, uma delas dizia respeito ao problema enfrentado pela Rare em Jet Force Gemini, no qual a câmera dificultava a execução de tiros intuitivos. A exploração em primeira pessoa, também, era mais fácil. Mark Paccini disse que a Retro procurou tornar o jogo difícil apenas nas batalhas contra chefes; assim os jogadores não teriam receio em explorar, pois o desafio do jogo está em encontrar o seu caminho.

Em 2000 e no início de 2001, três jogos foram cancelados pela Retro, e em julho desse ano, um RPG chamado Raven Blade foi rescindido, o que fez de Prime o único jogo em produção. Durante os últimos nove meses de desenvolvimento, o time de desenvolvimento chegou a trabalhar entre 80 e 100 horas por semana para atingir o prazo estipulado pela Nintendo. A primeira aparição pública do jogo foi em um vídeo de 10 segundos da feira SpaceWorld 2000. Em novembro do mesmo ano, a Retro Studios confirmou que estava envolvida no desenvolvimento do jogo; e na E3 2001, a Nintendo oficializou a produção do título, recebendo críticas mistas pela transição do estilo 2D em visão lateral para o 3D em primeira pessoa.

Kraid, chefe de Metroid e de Super Metroid, foi pretendido para fazer uma aparição em Prime e o designer Kohler Gene o projetou e modelou para esse propósito. Limitações de tempo, contudo, impediram que ele fosse acrescentado à versão final.

ÁudioEditar

Kenji Yamamoto, assistido por Kouichi Kyuuma, compôs a trilha sonora do jogo. Para agradar os antigos fãs da série, o compositor deu novo tom a algumas faixas clássicas. O tema inicial de Tallon Overworld, por exemplo, é um remix do tema de Brinstar (Metroid), enquanto a música ouvida em Magmoor Caverns faz alusão a Norfair Lower (Super Metroid). Inicialmente, o Tommy Tallarico Studios desenvolveu os efeitos sonoros, apesar de Shigeru Miyamoto tê-los desaprovados para uma apresentação do jogo durante a SpaceWorld 2001. O jogo suporta a tecnologia Dolby Pro Logic II, que permite a jogatina em som surround. A trilha sonora do jogo foi lançada conjuntamente com a de Metroid Fusion, sob o nome Metroid Prime & Fusion Original Soundtracks.

VersõesEditar

A versão original de Prime recebeu três versões: a primeira foi lançada apenas na América do Norte; a segunda, lançada na América do Norte e no Japão, trouxe algumas correções de programação, como um bug que travava o jogo nos elevadores de acesso a Chozo Ruins; e a terceira, lançada apenas na Europa, trouxe algumas correções de roteiro e mecanismos que impediam a progressão do jogo fora da sequência desejada.

Em 2009, como parte da série New Player Control!, Metroid Prime foi relançado no Japão, para a Wii. O jogo trouxe um sistema de jogo aperfeiçoado, graças às propriedades de reconhecimento de movimento do console. Na segunda metade do mesmo ano, foi agrupado a seus dois sucessores num pacote especial chamado Metroid Prime: Trilogy, lançada para Wii, trazendo todas as novidades da versão aprimorada já lançada. Essa compilação não foi lançada no Japão, onde os dois primeiros jogos foram relançados separadamente. As versões estadunidense e australiana, além disso, foram descontinuadas, pelo fato de o jogo, segundo a Nintendo, ser uma edição especial.

RecepçãoEditar

Metroid Prime se tornou um dos jogos mais vendidos do GameCube: foi o segundo mais vendido de novembro de 2002, na América do Norte, atrás apenas de Grand Theft Auto: Vice City, e atingiu 250 mil unidades em apenas uma semana. Só na América do Norte, a versão para GC vendeu aproximadamente 1,49 milhão de unidades, faturando mais de US$ 52 milhões em receita. É, também, o oitavo título mais vendido do GameCube na Austrália. Suas vendas no Japão, porém, foram decepcionantes, com cerca de 78 mil cópias.Jogos em primeira pessoa são culturalmente impopulares no Japão; a própria aceitação da imprensa local ao jogo foi muito mais modesta do que a da ocidental.</ref> Graças ao bom desempenho, sobretudo nos Estados Unidos, o título entrou para a linha Player's Choice.

A crítica ocidental aclamou o novo estilo adotado para a série, incluindo uma nota perfeita da revista estadunidense Electronic Gaming Monthly e de sua edição brasileira. Além disso, em muitas das premiações de melhores jogos de 2002, Prime obteve destaque. Diversos aspectos corroboraram para a avaliação positiva: excelentes controles, ambientes variados, inteligência do fator exploração, engenhosidade da trilha sonora, atmosfera envolvente, e beleza técnica foram os quesitos mais lembrados pelos avaliadores. No entanto, críticas importantes foram feitas. Segundo a publicação Game Informer, o sistema de controle é inábil; já o quase inexistente foco na história fez a Entertainment Weekly comparar o jogo a um arcade de 1990: recheado de excelentes batalhas, espetaculares efeitos visuais e um enredo muito fraco; outra crítica forte foi feita pela GamePro: segundo sua avaliação, o vai-e-volta causado pela exploração pode ser exaustivo aos jogadores mais inexperientes.

No site GameRankings, que faz uma média das avaliações de diversas fontes, Metroid Prime é o sétimo jogo de maior pontuação, com um total de 96,3% (até dezembro de 2010); em 2002, ficou com a melhor marca do ano, e em toda geração 128 bits, só perdeu para Soul Calibur, do Dreamcast.

Entre outras atribuições positivas, o título possui a marca de 24º melhor jogo do IGN's Top 100;< 29º numa lista de 100 títulos feita por usuários do GameFAQs. O GameSpy o escolheu como terceiro melhor jogo do GameCube, atrás de The Legend of Zelda: The Wind Waker e Resident Evil 4, enquanto o portal IGN o escolheu como o melhor do console. A Nintendo Power o classificou como o sexto melhor da década de 2000. Metroid Prime se tornou, também, muito popular entre comunidades de speedrunning, prática de tentar terminar o jogo no menor tempo possível. Isso foi possível por causa da programação da primeira versão, a qual permite adquirir itens fora da sequência oficial e pular partes do jogo.

LocalidadesEditar

Nave dos Space Pirates

Em órbita com o planeta Tallon IV, é onde se começa o jogo. O nome da nave é Orpheon.

Tallon Overworld

A floresta onde Samus faz sua aterrisagem forçada, sua nave fica por ali o jogo inteiro. Tallon Overworld também é onde caiu a nave Orpheon.

Chozo Ruins

Esta estrutura já foi o centro da civilização Chozo em Tallon IV, eles acabaram extintos por um meteoro que atingiu o local a anos atrás.

Magmoor Caverns (Lava Caves)

Seus túneis de magma têm conecções com quase todas as áreas. Os Space Pirates usam estas cavernas para obterem energia geotérmica.

Phendrana Drifts (Ice Valley)

Estas montanhas cobertas por gelo se dividem em 3 partes: uma parte com ruínas de Chozo, laboratórios dos Space Pirates e as cavernas de gelo.

Phazon Mines

As minas são o centro das atividades dos Space Pirates em Tallon IV. O cenário varia entre os laboratórios dos Space Pirates e as cavernas onde só se tem luz pelo brilho do Phazon.

Impact Crater

Esse local é o centro de todo o Phazon em Tallon IV. Aqui que se encontra o rei Metroid, Metroid Prime.

RecordesEditar

Ao contrário de seus predecessores, "Metroid Prime" não foi feito para ser terminado rapidamente, no final, o que conta mesmo é a percentagem de itens obtidos. Uma pessoa que sabe precisamente onde ir, ainda leva diversas horas para terminar o jogo; porém, o atual recorde mundial é de 1 hora e 4 minutos. Estes recordes só são possíveis cortando caminhos e pegando os itens em uma ordem diferente do qual o jogo foi planejado (ato conhecido como quebra de seqüência). Recordes diversos são comuns entre fãs de MP e aumentam bastante a vida útil do jogo.

ContinuaçõesEditar

  • Metroid Prime 3: Corruption é a finalização da serie Prime, produzida especialmente para o Nintendo Wii com gráficos de alta qualidade e jogabilidade inédita. Este ultimo capitulo também dá uma ponta para uma continuação (spoiler), pois quando você o completa em 100% aparece uma cena que sugere nitidamente um novo começo para a serie.


Ver tambémEditar

Metroid
Jogos
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Metroid (Zero Mission) . II: Return of Samus . Super Metroid . Fusion . Other M.Metroid Prime . 2: Echoes . Pinball . Hunters . 3: Corruption . Trilogy
Personagens Samus Aran
Outros Chozo . Zebes